sempre dissi verdades das quais pessoas não acreditam.
sempre dissi mentiras das quais as pessoas acreditam.
acobertei segredos de meu passado.
Deixei de acreditar em sonhos.
Vivi escrevendo histórias de um ser q absolutamente se resume dentro de mim msmo.
Porém nunca existiu de verdade.
Sempre quis me encontrar dentro de mim msmo,mas o quarto sempre estava tão escuro e eu só tinha pesadelos.
Embreagado por doses de insanidade não vejo a verdade.
A verdade sempre será uma caixinha de surpresas.
Uma triste ilusão dentro da gente a disfarçar pelos nossos sentimentos..
O vazio q encontro a bordo de meus pecados cresce cada vez mais...
Um ritmo acelerado que surge seguindo adiante em meus pensamentos...
Que ao vento também estão a voar...
Que como pesar é a dor de não mais existir...
Viver sem poder crer q exista ainda alguma bondade dentro das pessoas,
viver com um falso sorriso imbutido no rosto.
Triste alegre ainda a pensar q possa existir um bem maior q se oponha a outro mal maior.
Talvez o que precisasse acreditar era somente na verdade da morte
q como sempre tão cativante nos leva a refletir o fim das pessoas...
O fim de nós como corpo carnal.
Se por ventura há algum novo amanhecer belo em nossas vidas.
Que seje este q há nós venha refletir...
pelos dias q suspiramos de uma forma mais profunda.
Pelo qual dizer uma verdade sem falsidade revela qm somos...
E qm somos de verdade?
Sem lealdade pela verdade.
Uma verdade q nunca existiu de verdade.
Um pensamento vazio obscuro seguido pelas memórias de um ser q nunca existiu.
By: Marcello Mordechai

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